Jiu-Jitsu Adulto
Do iniciante ao avançado. Defesa pessoal, posicionamento e técnica refinada para quem quer evoluir no tatame com segurança e constância.
- Turmas por nível
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- Graduação IBJJF
Rede Mundial de Jiu-Jitsu
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Um projeto social virou a escola que formou campeões mundiais. Hoje são dezenas de academias em cinco continentes.
No Ipiranga, um projeto social virou a fábrica de campeões mais improvável do jiu-jitsu mundial. Hoje essa escola tem endereço em cinco continentes.
Cidades com academias, filiais e representações da equipe.
Atletas de alto rendimento revelados através do Projeto Social Lutando Pelo Bem.
Academias, filiais e representações no Brasil e no mundo.
Continentes com academias e filiais ativas da equipe Cícero Costha.
Atletas formados no projeto social do Mestre Cícero. Escolha um nome e veja a carreira inteira.
Novo
As posições e os detalhes que ele corrige pessoalmente no tatame, agora gravados. Assista quantas vezes precisar e leve para o próximo treino.
Qualidade acima
de quantidade
No Europeu da IBJJF de 2018, a equipe inscreveu 20 atletas.
As rivais inscreveram mais de 250.
Ninguém chega na faixa preta por tempo de casa. No jiu-jitsu adulto a graduação leva em média dez anos, e cada faixa resolve um problema diferente. É assim que funciona aqui.
Do iniciante ao avançado. Defesa pessoal, posicionamento e técnica refinada para quem quer evoluir no tatame com segurança e constância.
A equipe que levou 20 atletas ao Europeu de 2018 contra rivais com 250 e voltou campeã geral. Quem quer competir, treina junto.
Coordenação, disciplina e respeito em aula estruturada para crianças e jovens. É por aqui que nossos campeões começaram.
Cícero Barbosa da Costha
Faixa preta 4º grau, fundador do Projeto Social Lutando Pelo Bem
Nascido em Alagoas e criado no Ipiranga, zona sul de São Paulo, Cícero trabalhou como camelô antes de viver de jiu-jitsu. Recebeu da faixa branca à marrom com Rocian Gracie e foi graduado faixa preta por Marco Barbosa, em uma das academias mais fortes do estado.
Como atleta somou bronze no Mundial IBJJF de 2004 e prata no Brasileiro de 2005, ambos no peso pena. Mas a marca dele não está no cartel: está em quem ele formou.
Ao abrir a própria equipe criou o Projeto Social Lutando Pelo Bem. A ideia era simples e cara: atleta bom que não tinha dinheiro passava a morar na academia. A Casa dos Lutadores começou com um tatame de 50 metros quadrados e três treinos por dia. Quando o número de atletas passou do que cabia, abriram mais casas, incluindo uma dedicada à equipe feminina.
Dali saíram os irmãos Miyao, Hiago George, Jonas Andrade e Tiago Barros. Hoje a escola tem uma rede internacional, e a sede segue no Ipiranga.
No jiu-jitsu, faixa preta não se compra nem se faz prova: alguém amarra em você. E esse alguém recebeu a dele de outro alguém. A corrente tem nome e dá para segui-la até o começo de tudo. Esta é a nossa.
Nenhuma outra academia colocou quatro atletas seus no pódio do peso pluma. Os quatro saíram do mesmo tatame, do mesmo projeto social e do mesmo método. Não foi um talento isolado que apareceu: foi a escola inteira funcionando ao mesmo tempo, numa única categoria.
O Mestre Cícero dá seminários dentro e fora da rede. É o canal pelo qual o método sai do Ipiranga e chega a quem treina longe da sede: mesma sequência, mesma correção, dita por quem a construiu.
Um bloco fechado com o Mestre Cícero: a sequência explicada do começo, treinada em duplas e corrigida pessoa por pessoa. É a mesma correção que ele faz na sede, na frente de quem veio de outra cidade.
Mesma metodologia, linguagem de criança. Aula curta, muita repetição e treino supervisionado entre pares do mesmo tamanho.
Leandro Lo no centro, faixa preta recém-amarrada. Os irmãos Miyao ainda de faixa roxa, um de cada lado. Atrás, o Mestre Cícero e a bandeira do Lutando pelo Bem. No chão, o que eles tinham conquistado até ali.
Nenhum dos três pagava mensalidade. Os três moravam na estrutura da equipe e treinavam três vezes por dia. Anos depois somariam mais de quinze títulos mundiais entre eles.
Acervo da equipe
Academias, filiais e representações em todos os continentes.
Do Ipiranga a Seul, cada academia da rede ensina o mesmo jiu-jitsu que o Mestre Cícero desenvolveu num projeto social.
Ver a rede no mapaSão dezenas de academias no Brasil e no mundo. Ache a mais perto de você no mapa, fale com ela e marque sua primeira aula.
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